Wilder fica em condicional por posse de maconha

By | 11/01/2018

Se voltar a infringir a lei, Wilder corre risco de agravamento de pena (Arquivo)

Dono do cinto CMB dos pesos pesados, o americano Deontay Wilder, 32, foi condenado a suspensão de dirigir por 30 dias, somada a dois anos de liberdade condicional e prestação de 60 horas de serviços comunitários em processo por posse ilegal de maconha. Em 14 de junho do ano passado, o boxeador havia sido parado em blitz de trânsito e os policiais encontraram a droga escondida no console de seu Cadillac Escalade, em operação realizada na cidade natal do atleta, Tuscaloosa, estado do Alabama (EUA).

(*) Preso por posse de maconha, Wilder sai após fiança

O veículo de Wilder foi abordado inicialmente por trafegar com insulfilm fora das normas, contudo, as autoridades suspeitaram do forte cheiro de maconha e vasculharam o interior do carro até encontrarem maconha. Levado à prisão, o pugilista recebeu acusação em segundo grau, chegou a pagar fiança de US$ 1 mil (R$ 3,23 mil) e foi libertado no mesmo dia.

Desde a detenção, Paul Patterson, advogado do atleta, alegava que a substância não pertencia ao cliente já que ele estava fora da cidade havia vários dias e o carro fora utilizado por outras pessoas. O juiz Ricky McKinney não aceitou esse argumento. O ianque não pode violar a lei dentro do prazo determinado e, se o fizer, corre o risco de agravamento da pena. Wilder (39-0-0, 38 KOs) tem defesa programada de seu título em 3 de março contra o cubano Luis Ortiz, no Barclays Center do Brooklyn, de New York.

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